
ESPIRITISMO
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ESPIRITISMOO Espiritismo é uma denominação da Doutrina/Ciência codificada por Allan Kardec, reunindo e sistematizando fenômenos mediúnicos, com a finalidade de tirar o Homem da ignorância dos problemas que lhe afetam em sua vida, relacionados com seu próprio espírito e pelos outros, encarnados ou desencarnados. Na busca dos esclarecimentos com relação a este Universo, dá-lhe condições para o aprimoramento espiritual, ensinando-o a viver, de maneira voluntária e consciente, seus reajustes morais em função de sua eternidade. Na nossa Doutrina - que tem bases comuns com o Espiritismo -, a imortalidade do espírito e as leis que nos regem são ensinadas de forma simples e direta, fluindo da sabedoria da Espiritualidade Maior, sendo facilmente compreendidos por nós. Nada é imposto, mas, sim, deve ser aceito com o coração e a mente, de forma voluntária. O Homem é livre para aceitar ou não os esclarecimentos, as sugestões, os alertas e os ensinamentos trazidos pelos espíritos de elevado nível. Para seus seguidores, o Espiritismo tem três Revelações: Moisés - a Revelação do Sinai, recebendo os Dez Mandamentos Sagrados, estabelecendo os preceitos da Justiça, o Decálogo da Sabedoria para os povos ainda primitivos; Jesus - a Revelação da Manjedoura, sintetizador da Verdade Cósmica, edificando o Código do Amor e da Salvação da Humanidade; e Kardec - a Revelação dos Espíritos, codificando as revelações dos planos espirituais e as estudando à luz da razão. O Espiritismo e outras correntes espiritualistas trabalham com amor, consciência, justiça e paz. Diferem de outras correntes ligadas ao uso da mediunidade com fins sinistros e malignos, conduzidas por espíritos sem Luz, que utilizam forças de baixas vibrações para o Mal e em prejuízo de outros irmãos. A Doutrina do Amanhecer é Espiritualista Cristã, e usa, em grande parte de seus trabalhos, a base do Espiritismo, porém sem adotar o sistema de Kardec. Koatay 108 usa o termo espiritista para designar o médium que tem seu plexo iniciático, tanto o de incorporação como o Doutrinador, trabalhando com a manipulação de energias e forças de elevada frequência vibratória, desencadeando fenômenos com segurança e consciência, o que os torna diferentes daqueles que executam essas mesmas tarefas nas outras correntes espiritualistas.
· “Há muitos anos venho tentando esclarecer o espírito da Verdade, porém sem qualquer pretensão ou interesse em divulgar o Espiritismo, o Espiritismo tão profanado por todas as religiões. O Espiritismo classificado de Allan Kardec é o único aceito, que ainda se respeita. Não podemos negar que somos baseados nele. Porém, eu, Neiva, ates de chegar até aqui, me comprometi nos planos espirituais impregnar na mente e no coração do Homem uma Doutrina, acompanhando o Espiritismo e o identificando como verdadeiro espiritista, sem se incomodar que seu vizinho trabalhe assim ou não. A mente do Homem vazio é ligeira e nada grava, não tendo ectoplasma para registrar suas lições, só entendendo a dor quando, egoisticamente, lhe dói ou é enganado. No entanto, o Homem que já se identificou, com convicção, como espiritista, tem base sólida, sua mente é científica e dificilmente sofre com a dor. Eu tenho por missão impregnar no Homem o amor, a tolerância e a humildade. O Homem precisa reconhecer que tudo é bom! Em cada pessoa encontramos uma lição e delas recebemos um carinho quando lhes damos. O Homem convicto de que tudo é bom deixa de ser criticado pelos outros, pois é evidente que os críticos são os exaltados. Eu sou uma espiritista, sou clarividente, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo! Tenho o meu ritual de trabalho, que não posso dizer que acompanho Allan Kardec ou que seja umbandista, e nem tão pouco do Candomblé. Não sou porque amo a minha corrente, tenho a minha missão. Recebi, em 1957, a Corrente Mestra do Oriente Maior e vibro nela, sem pretensão de ferir ninguém ou fazer os outros passarem para mim. Se não sou Kardecista, Umbandista ou do Candomblé é apenas porque tenho minha missão. Porém, amo a todos! Sei que vai haver uma unificação entre nós, porém isto é muito delicado, pois não sabemos qual será escolhida por Deus para unificar as outras três. Mas, não me preocupo quanto a isto!” (Tia Neiva, 20.6.75)
· “Há muitos anos venho tentando esclarecer o espírito da Verdade, porém sem qualquer pretensão ou interesse em divulgar o Espiritismo, o Espiritismo tão profanado por todas as religiões. O Espiritismo classificado de Allan Kardec é o único aceito, que ainda se respeita. Não podemos negar que somos baseados nele. Porém, eu, Neiva, ates de chegar até aqui, me comprometi nos planos espirituais impregnar na mente e no coração do Homem uma Doutrina, acompanhando o Espiritismo e o identificando como verdadeiro espiritista, sem se incomodar que seu vizinho trabalhe assim ou não. A mente do Homem vazio é ligeira e nada grava, não tendo ectoplasma para registrar suas lições, só entendendo a dor quando, egoisticamente, lhe dói ou é enganado. No entanto, o Homem que já se identificou, com convicção, como espiritista, tem base sólida, sua mente é científica e dificilmente sofre com a dor. Eu tenho por missão impregnar no Homem o amor, a tolerância e a humildade. O Homem precisa reconhecer que tudo é bom! Em cada pessoa encontramos uma lição e delas recebemos um carinho quando lhes damos. O Homem convicto de que tudo é bom deixa de ser criticado pelos outros, pois é evidente que os críticos são os exaltados. Eu sou uma espiritista, sou clarividente, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo! Tenho o meu ritual de trabalho, que não posso dizer que acompanho Allan Kardec ou que seja umbandista, e nem tão pouco do Candomblé. Não sou porque amo a minha corrente, tenho a minha missão. Recebi, em 1957, a Corrente Mestra do Oriente Maior e vibro nela, sem pretensão de ferir ninguém ou fazer os outros passarem para mim. Se não sou Kardecista, Umbandista ou do Candomblé é apenas porque tenho minha missão. Porém, amo a todos! Sei que vai haver uma unificação entre nós, porém isto é muito delicado, pois não sabemos qual será escolhida por Deus para unificar as outras três. Mas, não me preocupo quanto a isto!” (Tia Neiva, 20.6.75)



